Quem assina a direção técnica
Educação pública não é aplicação individual
Essa separação é a espinha dorsal do projeto. O site publica lógica, critérios, riscos, perguntas e mapas. Ele não prescreve, não diagnostica e não promete resultado.
- Página pública ensina o método.
- Aplicação individual exige histórico, exames, medicamentos e contraindicações.
- Quando há risco, a resposta correta não é conteúdo: é profissional habilitado.
Autoridade sem caixa-preta
Autoridade aqui não significa “acredite em mim”. Significa mostrar o raciocínio, declarar limites, versionar mudanças e separar evidência de hipótese.
O objetivo não é criar dependência de guru. É elevar o nível da conversa entre paciente, profissional e comunidade.
A ponte com a Tele-Farmácia
A Tele-Farmácia Integralista entra quando a pergunta deixa de ser editorial e vira caso individual: interação medicamentosa, exame alterado, condição crônica, gestação, lactação, criança, idoso, doença hepática/renal ou sintomas importantes.
Saúde descentralizada não remove profissionais. Remove opacidade. O paciente entende mais, pergunta melhor e decide com mais contexto.
Como o SOS decide o que publicar
Evidência
O que tem sustentação mais consolidada.
Hipótese
O que é plausível, mas ainda não é conduta universal.
Prática clínica
O que depende de pessoa, exame e contexto.
Risco explícito
O que pode dar errado antes de vender esperança.
O que João não está fazendo aqui
- Não está oferecendo consulta por página web.
- Não está vendendo cura garantida.
- Não está autorizando automedicação.
- Não está dizendo para interromper medicamentos.
- Não está trocando medicina por ideologia.
- Não está fingindo que protocolo público conhece o seu corpo.